Eu ainda hei
de ouvir-te
O uivar, lobo na noite,
Na escuridão trépida fingida
Dos agudos sonoros de tua garganta.
Eu ainda hei de abrir-te a janela e encarar
No fundo dos teus olhos, escancarar o meu fascínio
Pelo sombrio mistério... Ah! Se eu pudera
Outrora trazer-te, das linhas dos meus poemas
Para dentro da minha carne
Óh ímpeto voraz! Alimenta esse desejo
Que estronda em minh'alma
Quando a lua estiver,
Ali focada, sobre as pedras e o mar...
E eu, ainda hei de ver-te os versos declamar
Perdido dentro de mim... Num feroz selvagem coito
Sentir teu peso sobre o meu corpo
E somente a noite para contar.
O uivar, lobo na noite,
Na escuridão trépida fingida
Dos agudos sonoros de tua garganta.
Eu ainda hei de abrir-te a janela e encarar
No fundo dos teus olhos, escancarar o meu fascínio
Pelo sombrio mistério... Ah! Se eu pudera
Outrora trazer-te, das linhas dos meus poemas
Para dentro da minha carne
Óh ímpeto voraz! Alimenta esse desejo
Que estronda em minh'alma
Quando a lua estiver,
Ali focada, sobre as pedras e o mar...
E eu, ainda hei de ver-te os versos declamar
Perdido dentro de mim... Num feroz selvagem coito
Sentir teu peso sobre o meu corpo
E somente a noite para contar.
Autoria: Bruna
Blog Poesias da Bruna
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