
Nossa honra
não vem só das batalhas,
Nem da
Guerra ou dos inimigos que nos atingem
Aos nossos
inimigos nós jogamos suas mortalhas
E aos seus
olhos deixamos apenas vertigem
A honra é
dos que são filhos da Terra e da Lua,
São dos que
possuem, ou não, a sorte.
É daqueles
que feridos, vendo a própria carne crua,
Jamais podem
ser tocados pela Morte.
Esta honra
que temos, vem de nossa valentia,
Vem da força
e perseverança do lupino
Que mesmo na
forma de homem, sua alma já sentia.
E por esta
honra entoamos nosso hino
Sem perder o
tom ou a melodia,
Lutando pela
noite ou com o Sol a pino.
Autoria de Gabriel de Amorim